terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Nam myoho rengue kyo

Não. Eu nunca deixei de abrir meu blog. Ainda hoje, esperançoso, abro essas páginas para procurar um comentário, uma crítica, qualquer coisa do tipo. Carência comum de quem escreve e quer compartilhar com os outros um pouco do que pensa. Normal. Mas afinal, o que mesmo me motiva a vir aqui todos os dias? Mesmo sem ter o que escrever ou com o tempo apertado, passar por aqui, rever algumas coisas. Estranho, muito estranho.
Hoje ao abrir a página vi meu primeiro texto postado. Lá estava: publicado em 17 de dezembro de 2007, às 15:06. Uma poesia, chamada Síndrome de Peter Pan, criada em forma de canção havia pelo menos uns 6 meses. Estava eu nessa época em meio a crises de transtorno de ansiedade, preso em casa. Em meio a esses problemas, foi onde me apoiei. Na ocasião, o blog se chamava "Mitologia Moderna - Cantos e Contos". Foi assim até o finzinho do ano passado, quando adotei o nome "Primaveras de Sarcasmo", termo usado por Mário de Andrade na poesia "O trovador".
Durante esses mais de 5 anos, sempre que entro nesse blog, me sinto sempre muito feliz com o que tenho feito.
É realmente muito recompensador ver como a vida mudou nesses anos. Mudou muito.
Hoje, aos 26 anos, meus sonhos vão se tornando cada vez mais próximos de serem realizados. Foi aqui que postei coisas importantes, como o dia em que passei no vestibular, a primeira vez que apareci na mídia escrita. Textos de libertação, textos ruins, minha experimentação escrita, em busca de um sonho simples, bobo: melhorar meus processos de escrita. Escrever bem.
Há mais ou menos 6 meses, comecei a escrever meu primeiro romance. Ano passado foi editado meu primeiro livro, virou um belo trabalho da UNESP. Acumulado de contos, advindos desse site. Meu primeiro romance tem o prazo de 2 anos a partir de hoje para ser publicado. Até lá, muita coisa vai acontecer.
Hoje, trabalho como coordenador da equipe de recreação do Santa Clara Eco Resort. Produzo textos para o facebook da mesma empresa. Estou a poucos passos de terminar minha graduação, só mais 2 anos. Namoro a quase 2 anos com Marina Dóris, uma linda menina de coração bom. Tenho uma sobrinha. Tenho saudades da minha família e de muitos amigos.

Ao Alexandre Sansão de daqui a 2 anos, o meu boa sorte. Sei como estará, mas é o que te desejo.

domingo, 8 de janeiro de 2012

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Céu e terra

Aquele homem bateu a carteira daquela moça, que bateu o carro naquele poste, que caiu em cima daquele muro, que cercava a vida daquela gente, que corria atrás de ser tão valente, que não era tão simples de ser alcançada, que a moça insegura se sente cansada, que, porém, toda vida não soube que pode, que bastante poder é maior que a ode, que em prosaica bobagem se faz poesia, que de passo em compasso se faz uma vida, que de história em história se faz outro livro, que de livro em livro se faz uma pátria. 

Aquela pátria que bateu a carteira daquele povo, que de dor em dor se oriundou outra, que com remédio ruim é que o corpo melhora, que melhoras devera é só via polícia, que pela segurança espanca a violência, que violento mesmo é quem bate a carteira, que tudo aquilo era o povo brasileiro, que era salvo pelos homens vindos de Brasília, que Brasília era nome de carro que não presta e que político bom era aquele que morre.

Aquele político que bateu a carteira daquele povo, bateu com a cara na porta, foi mal recebido no céu dos credores, foi decapitado pela mão revoltada, num sonho bonito de vã liberdade, lucrando com ingressos das cenas Hollywoodianas (Fifanianas), bateu com o dedo na quina e investiu trocados, passou ileso e a Fifa faz festa, o povo faz festa bebendo o que pode. A bola roda, o mundo gira. E o homem que bateu a carteira do povo é aclamado em carro aberto, procissão moderna. Velas e mais velas e bandeiras. Gloriosos, vitoriosos. Tudo é esquecido. O Brasil é campeão. 

Aquele homem que bateu a carteira daquela moça era novato. Nem com todo o prejuízo do mundo, causou problema algum. Vilão bom não passa nas portas do inferno, o capeta não quer nem ver perto. Palmas ao governo, vivas à população! O povo aplaude, a moça chora. E com a carteira vazia, a flor que não nasce, esmaga a esperança. Não era nem perto do mármore de esperança. Que dela saia um pouco de bile inorgânica da subjetividade da flor. Pessoas espertas tentam roubar o que não lhes pertence. Ladrões de bem, profissionais.

Rezem. Peçam um pouco mais. Ser bom é mesmo um conceito torto criado por tolos, entre o céu e a terra.






sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Pitoresco

Vou para um hospício quando eu estiver bem
Tem quem não me queira bem?
Rima é uma arma usada, rima forte, rima viva
As palavras tem que ter peso, força, alma
Palavra jogada na lata e misturada não é nada
Busque a musicalidade, abuse da complexidade
Crie seu novo reino, meio sem querendo
Repita jargão não, jargão não se imita, tenha dó!
Se repara que imita, o que é pior, até de onde fala, não me irrite
Tenha pena da pena, ela merece respeito
Use a pancada de cada palavra, no conjunto
Uma sem a outra colocadas amontoadas dentro de uma oração não garantem a salvação
Vá buscar um novo jeito, o centro, o repique certo
A virada, o refrão correto, a luta muda
A rima é rica por si. A palavra é forte por si. Poeminha é tudo isso aí.
Poesia, meu caro, não se iluda!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Uno

Sou uno. Vivo a filosofia dos sonolentos e sou a favor da Revolução Ociosística. Sou contra o sedentarismo mas odeio imposições. Odeio depender que um monte de gente tosca entenda e goste do que escrevo para que isso se torne uma coisa boa. Sou contra todo tipo de preconceitos, exceto os meus. Sou a favor da cultura de massa, do monopólio e da colonização Euro-asia-norteamerica-oceno-índica-subsariana. Gosto de escrever em torno do meu umbigo, odeio livros que não me chamem a atenção, tenho gosto duvidoso, sou muito diferente do que faço. Gosto de falar das minhas raízes, mesmo sempre fugindo delas. Gosto de história triste, gosto de complexidades, gosto de pornografia. Não gosto nem de ler e nem de assistir nada que seja angustiante, mas gosto de (e tento) chocar. Gosto de música alta, não gosto de ser um mal músico. Sou bipolar e não gosto disso. Gosto do gosto de gostar e desgostar. Gasto horas com nada e gosto e condeno isso. Gosto de pobre e gosto de rico, mas não gosto de pobre metido a pobrezinho e nem de rico filho da puta. Gosto que me chamem de arrogante, gosto de ser humilde, não gosto de me fingir de menos competente para agradar medíocres. Gosto do que estudo, odeio lista de presença e reprovação por falta. Gosto das minhas inteligências, de algumas habilidades. Gosto de aprender novos esportes, gosto de praticá-los sempre, mas odeio ser mediano no futebol. Odeio, aliás, ser mediano.
Gosto muito de aparecer, de atenção, mas odeio bajulação e idolatria. Gosto do palco, de falar alto. Odeio ficar sentado esperando o tempo fechar feridas. Gosto de escrever rápido, odeio reler e corrigir. Gosto de animais mas odeio cuidar deles. Aliás, odeio cuidar por muito tempo. Gosto de educar, dar lições de moral, rebaixar em nome de um crescimento forçado. Odeio que pisem na minha cabeça. Adoro ajudar os outros. Não tenho medo dos que tentam destruir meus sonhos. Odeio que me contradigam, retruquem-me, mas adoro discussões. Odeio que digam que estou errado quando estou certo e quando estou errado. Gosto de piadas ruins e odeio gato preto gritando com voz de criança enquanto transa. Odeio transa de gatos!
Odeio ser supersticioso e hipocondríaco, mas gosto mesmo de escrever em meio às minhas crises. Odeio ter medo, odeio a morte, odeio fatalidades, acidentes. Gosto de ser melancólico, gosto de tristeza e de solidão. Odeio, no entanto, ficar sozinho. 
Odeio ser ansioso e não ter um médico que me diz que tô bem. Gosto e preciso entender minhas sensações, dores. Gosto de ler e assistir filmes, mas na maioria das vezes não tenho muito saco pra isso. Gosto de internet, videogame, esportes. Odeio minha falta de controle emocional. 
Gosto muito da minha namorada, odeio quando ela se rebaixa. Odeio TPM e gosto muito dos efeitos do chocolate nas mulheres. Gosto de doce, de comer. Odeio não ter dinheiro para coisas quaisquer e odeio que me paguem por coisas que quero na falta dele. Gosto, no entanto, quando fazem-no e posso pagar. Odeio meus estados de pobreza. 
Gosto de tecnologia, consumismo, roupas caras. Odeio me sentir desarrumado, a não ser que pareça estilo. Gosto de sofrer pra conseguir as coisas, mas odeio o processo enquanto não as consigo. Odeio ter medo, odeio ter medo, odeio ter medo. Odeio ainda mais, ser meu próprio inimigo. Odeio trabalhar, mas gosto do meu trabalho. Gosto de arte mas odeio fingir ser um artista o tempo todo. Odeio bichogrilisse exagerada e odeio peruísse exagerada. Odeio exageros.
Gosto de beber, tenho medo de drogas (e gosto desse medo) e gosto um pouco de festas. Adoro meus personagens. Gosto das minhas máscaras. Adoro ficar com sono e poder dormir. Odeio ter que escrever para me manter acordado. Vivo a filosofia dos sonolentos em busca da minha revolução. Da minha nova vida. Do meu jeito único de ser. Uno. 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mais sobre minha peça, "A Árvore Seca"




Realmente, foi emocionante ver meu nome perto desses nomes tão incríveis. É uma felicidade imensa.
Eu vi essa história dentro dos ônibus, no caderno vermelho, nas minhas histórias de criança, espectador do que escrevia. Hoje foi parar nas páginas de jornais, revistas, em sites... Quero tanto isso pra sempre!
Mas agora, com algo novo.
Em breve!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Volto a escrever aqui em breve. O blog não acabou. Nem minhas ideias. Só espero que consiga voltar a escrever coisas que gosto e que me deem muita vontade de publicar. Logo algo de bom vai acontecer.

domingo, 31 de julho de 2011

A menina, sozinha

A noite, sozinha. A menina que gostava de estrelas e cigarros. Cigarras e bebedeiras. A menina descontente e dada, sozinha, a menina. A menina que vende o corpo e amores. Numa sala sem móveis, muita gente, sozinha. Num canto, falada, sorrindo. Tinha seios pequenos de criança, mas não era. Falo de menina mulher, moça vivida. Vívida. Lívida. Sofrida desde o momento em que nasceu, por piras próprias. Descontente com a vida, a menina chora sozinha quando a dor aumenta. Sozinha. Pobrezinha. Em uma conversa rápida um homem a leva a um canto. Mal ele sabe. Ah... histórias. Para que contá-las? Uma conquista rápida faz bem a qualquer homem. Cara bonito, vida fácil. Uma conversa franca. "Você é a amiga do João?" que era o dono da festa. Homens ricos tem amigas influentes sexualmente. Se era, R$ 300,00 daria alguns minutos de prazer. E a menina, sozinha. Vai e volta com cara de nojo, amigo bonito e bruto, cara escroto.
Conversa franca. "Quem é você?" era outro que perguntava. A menina olhava para um olho claro e pensava. Mas não importa pensamento de puta, não importa. Moça com cara de rica, nascida a vinho e pão de ló, cachaça na mamadeira e gotas de um padrasto escroto. Puro clichê da vida. Mas meia hora e a festa ia dando lucro e a menina sem rugas, maquiagem impecável. Malhava para não ter que ficar em casa vendo nada. Tinha aula no dia seguinte. Pagava as contas de casa. Da sua casa linda, sem móveis. João, amigo franco que morava perto, fazia festas e convidava amigos ricos e amigas putas.
"Você já foi à igreja?". Seus olhos murcharam, perdeu o tesão. Igreja é pergunta que se faça a puta? Claro que foi. Foi ver se tinha público. E tinha! Oh, se tinha. Público cativo, contra castidade, pela perversão. Gosta dessas coisas, a menina. De boba não tem nada. "Sou evangélico e tenho medo de um castigo divino", diz o chato. Não aguentou cinco minutos e ficou no canto com cara de bobo, rezando por dentro, se sentindo um nojento escroto. Aquela merdinha nem era traição e a puta, a tal menina sozinha se ria por dentro, pensando em segredo das bobagens que passavam na cabeça do babaca. Não sabiam dividir aquela fodinha rápida, mas pensamento de puta não importa.
Vai embora, a menina, sozinha. Meteu mais que qualquer outra naquela noite. De sozinha não tem nada. Quase R$ 1,000,00 no bolso, pouco se fudendo para os que olham atravessado. Amanhã tem festa no shopping. Bêbada, trôpega, sai sorrindo. Vai seguir uma carreira eterna e dormir. Pobre menina sozinha. Indefesa. Coitada.
Sua mãe ora por ela, de algum lugar. O homem evangélico chora enquanto ora por ela, em algum lugar da cama do lado da esposa. O rapaz que nunca saberá quem é a moça ora por ela em algum canto, sente dó da puta. O boyzinho escroto espalha aos amigos como foi o fodão com a menina, depois volta e se sente nojento. A menina, sozinha, sorri.
Nunca fora a igreja. Mas pelas muitas orações de culpa que recebe, Deus com certeza olha por ela. Para a menina, sozinha.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Palpitações lexicais

Ele abriu o Google atrás de um remédio que respondeu você quis dizer algo. Não era aquilo. Ele havia dito aquilo que ele queria mesmo, mas se nem mesmo o Google ajuda, tá difícil pra solucionar. Ligou pra quem pode que nem mesmo quem podia atendeu o celular. Desligou meio escabruncado desesperado e tentava chorar. Nem lágrima, larga de frescura e vê logo se si cura. Segura a onda, meu rapaz, vida longa ao herdeiro da dor. Quase morte e hipocondria não se encontra um só dia remédio não. Solução é ir no médico e ouvir a mesma coisa e fingir que tá tudo bem. Volta e tenta pegar no sono, e o sono é rápido que de tão rápido ele não vem. Foge feito coelho correndo, coelhinho com medo, meu sono. Meu? Nem notei de tanto desespero que o ele sou eu.  Eu vou atrás e me canso e nem cadeira de balanço me derruba e amanhã é olho e pálpebra e tudo que é de ver, cabisbaixo, olhisbaixo, e palavra que foge depois de noite mal dormida. O diabo da ansiedade é de uma maldade desinibida, desavergonhada, salafrária, mal-comida. Filha do cabrunco.
E eu que me confundo e travo e pesquiso de novo e o diabo do Google me diz que to grávido. Mas isso já foi melhor, volto e tento medir a maior distância entre as palavras e com deselegância mando a merda por dizer de novo que não sei o que dizer. Escrevo outra e descubro, finalmente, Síndrome de ansiedade, frescurite no cú, e dorme pra ver se passa igual fome de pobre. Não chora que tá tendo oportunidade (e mudaram as pessoas de novo) (e pluralizei quando eu era um só) (mas se sou eu e ele então sou dois) nessa vida tão difícil. Mas queria ofício de escritor, mãe. Queria ofício de professor, queria tá formado. Formado não só na faculdade. Gente formada mesmo. Psicossomaticamente desenvolvida. Despalavrizei-me. Não corrigirei nada dessas minhas inverdades. Sessão de descarrego, on-line.
Mas ainda tem mais, pois o HD tá cheio de vírus. Scaneia, scaneia... Busca, prende, mata. Aquilo que me mata. Eram mais de mil buscas e mil palavras e mil atividades e atitudes. A cabeça funcionando frenética, desacreditada. Quando pego pra escrever só andam saindo esses burburinhos de nada, coisa de gente malvivida. As coisas andam amadurecendo demais. Sou capaz de dizer que tem mais pra viver, muito mais. E tem. Ah se tem. Que me aperte a garganta menos forte, só isso. Dá um tempo pra eu respirar. Só isso que lhe peço. Ando calmo. Correndo desesperado. Atrás de algo que nem sei mais o que é. Não sei onde começam meus sonhos e termina meu pé. Meus dias andam mais longos do que eu queria e mais curtos do que eu precisava. Paciência. Acho que são resquícios das temáticas.
Para terminar uma frase mais genial: Relaxa! Com o tempo você percebe que o estranho era você não estar surtando. Sem mais, meritíssimo!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sobre temáticas

Faz tempo que não escrevo para não impressionar. Não que realmente impressione, mas estou em um processo de enriquecer meus textos, os novos, com o que ando vendo de mais grandioso na literatura. Um processo muito interessante. Venho sentindo uma vontade imensa de encarar uma história maior. Acho que, mais do que nunca, vai chegando o momento em que será necessário para mim encarar uma história grandiosa. O problema são as temáticas.
Fico com medo de errar a mão, o tom. Antes acreditava na importância de uma grande história. Não que não seja importante, mas hoje percebo que uma grande obra não depende disso. Grandes histórias servem para vender. Mas será que eu quero "SÓ" vender?
Eu queria conseguir criar uma obra prima que fosse sucesso de crítica (literária séria) e público. Que ambos, público médio e elite intelectual "butada" (ou seja, que foi "butada" por outros "intelectuais" nesse patamar) pudessem me ler com o mesmo prazer. Para isso existe uma fórmula, que venho tentando desenvolver há tempos:

S = Lm ( x---> r) + Li (x+y ---> 'r) ---> r+r'

O termo "S" seria o sucesso. "Lm" é o termo que indica o livro médio, que seria uma história "x" que leva a um entendimento "r". "Li", portanto, seria o termo para "Livro intelectualizado", que seriam a soma de "x", uma história interessante recheada de aventuras e coisas que agradassem esse tal público médio e "y", que indicaria a presença do interdiscurso, do implícito, do genial, da palavra certa, da sonoridade, daquilo tudo que é bem quisto pelos críticos, tudo isso nos levando a um termo " 'r ", um "não r", um negação a história encontrada pelos tais leitores médios. Tudo isso sendo levado a soma de "r" mais "não r". Um resultado que, afinal de contas, agradaria a ambos os públicos.
Por se tratar de uma teoria inicial, ainda não tenho total certeza que a fórmula está correta. E graças a internet essa fórmula poderá ser reelaborada e crescerá até sua perfeição.
Entende agora o porque de eu não mais escrever? A Universidade, ao mesmo tempo que me ensina, me deixa louco!
Mas o grande problema, meu caro, são as temáticas.